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Quinta-feira, 19 de Julho de 2007

X360 vs Wii - Parte II

No preciso momento em que escrevo estas linhas, tenho uma Wii e uma 360 no quarto. Já tenho a Wii em casa há 2 dias, e a 360 chegou hoje. A ideia inicial era ficar com a Wii, mas depois de 2 dias percebi que não há muitos jogos interessantes. Decidi então comprar a 360 (amanhã tenho que devolver a Wii). Eu adorava dizer como é a consola, ou o online, mas a verdade é que a consola nem 1h de uso tem, e já crashou 4 vezes... Sim, dei uns toques no Forza 2, mas não o suficiente para avaliar o jogo. É uma pena, porque a consola prometia muito, mas tem falhas que nunca mais acabam. Para começar, nem sequer trabalha, depois é o tamanho da fonte de alimentação, e para "terminar", o barulho da drive de DVD. A drive é mais ruidosa que o resto da consola...
Bem, amanhã vou trocar esta por outra na loja... a ver vamos.
publicado por rariv às 02:07
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Segunda-feira, 16 de Julho de 2007

X360 vs Wii

Neste preciso momento há uma pequena guerra a decorrer na minha cabeça. É quase uma dúvida existencial... Que consola é que devo levar para casa? A PS3, graças ao seu preço elevado e line-up vergonhoso, está desde já fora da corrida. Resta-me então a 360 e a Wii. Por um lado, a Wii é barata, inovadora e bastante bonita, mas a verdade é que em muitos jogos os controlos são um pouco soltos e desastrados (nunca conseguimos fazer aquilo que realmente queremos), e a consola não tem nada para jogar. Sim, tem o Zelda, e tem a Virtual Console, mas a verdade é que o Zelda é curto, a Virtual Console é caríssima (8€ pelo Sonic? Arranja-se o cartucho original a 1€ ou 2), e não há nada de jeito para se jogar online.
Por outro lado temos a 360. Grande consola, uma base de jogos impressionante, não há problemas com os controlos porque ao contrário do resto da consola, são Old-Gen, lê DVDs, tem o XBox Live, e não é tão cara quanto isso.
Perante estes factos, será que é esta a melhor consola das duas?... Não.
A 360 é uma máquina fantástica, e não posso esperar por RR6, PGR3, GoW e afins, mas há alguns pormenores que tenho que levar em conta:
Primeiro, não tenho uma HDTV. Apesar de não ser obrigatória, perde-se muito daqueles belos gráficos se não tiver uma.
Segundo, o XBox Live é a pagar.
Terceiro, não tem wi-fi embutido.
Quarto e último ponto, e o mais crucial, a fiabilidade: Toda a gente sabe que a 360 tem um passado negro nesse campo. São consolas atrás de consolas a avariar, e parece que ninguém sabe ao certo o que se passa. É verdade que tem garantia de 3 anos, mas vamos todos andar a trocar de consola de 3 em 3 anos? Não sei quantos anos é que a Microsoft aguentará com essa política. Além disso, já existe um novo modelo, mais caro, a 360 Elite, que supostamente corrige esses erros todos, mas também custa mais 80€, e ainda nem sequer saiu na Europa... Ou seja, a consola são 420€, mas se a quiser a funcionar, são 500€... Não entendo, sinceramente.
Neste momento já devem ter entendido o meu dilema. O que eu queria era uma Wii360. Graficos de 360 com comandos Wii, XBox Live com Virtual Console, conteúdos 360 a preços Wii, designed in America, made in Japan.
publicado por rariv às 10:43
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Segunda-feira, 27 de Novembro de 2006

Acessórios...

O mundo dos videojogos é um dos mundos mais originais, mas nem sempre isso é sinónimo de qualidade...
Recentemente algumas ideias originais tornaram duas consolas fraquíssimas em enormes sucessos de marketing. Falo da Nintendo DS e da Nintendo Wii.
Quando as ideias são boas, as coisas resultam, mas... e quando são más? Graças ao lançamento da Wii, muitas empresas dedicam-se a criar novos acessórios para esta consola. Um desses exemplos foi um volante em plástico em que o Wiimote encaixa, tornando assim o Wiimote num volante. A ideia estava gira, e até promete vir a ser um standard, o problema é quando outras empresas levam isso a extremos. Houve mesmo uma empresa que criou raquetes e tacos de golfe em que o Wiimote encaixa. Ok, o volante até era giro, mas tacos de golfe???
Outra coisa que me irrita profundamente são os adaptadores e conversores. Porque raio é que há tantos adaptadores de comandos PS2 para a XBox e para GameCube? Os jogos de cada consola são desenhados para os comandos nativos, e não para os comandos de outras consolas... Pior ainda, fizeram um desses conversores para usar um comando PS2 na XBox 360... Porque é que alguém quereria retroceder em qualidade? Perder um comando excelente, ergonómico, bem mapeado e sem fios por um comando feio, desconfortável, com fio, e que apenas resulta em beat 'em ups, sendo mesmo derrotando nesse género pelo comando da Saturn (reeditado para PS2 em 2005). Ainda há quem diga com orgulho "Olha, já viste? Saiu um adaptador de comandos PS2 para a XBox 360."... Tipo, se o comando da PS2 fosse perfeito, a Sony não teria "copiado" os gatilhos no comando da PS3 . Aliás, nem compreendo porque é que a Sony não mete o stick analógico de uma vez por todas no sítio certo, tal como se vê no comando da GameCube.

Outro acessório que me deixa profundamente irritado é o Multi-Tap PS2... Da Nintendo 64 em diante, todas as consolas tiveram 4 ranhuras para comandos. Todas menos a PS2... Ou seja, lá está a malta a pagar mais 50€ por um acessório...

Mas ainda há outro acessório pior que tudo isso... os Cartões de Memória. A sua grande implementação foi na geração 32-bits, em que a PSX e a Saturn armazenavam os saves nesses cartões. É sempre chato ter que gastar dinheiro em extras para uma consola, e a Saturn até que era nossa amiga porque tinha memória interna para nos irmos "safando" enquanto não comprássemos um cartão, mas faziam sentido. Era uma geração em que as tecnologias ainda não estavam muito evoluídas, os discos duros eram uma miragem, e não havia mais maneira nenhuma de guardar os nossos jogos.
A Nintendo 64, que usava cartuchos, espantosamente precisava de Cartão de Memória, mas só numa minoria de jogos. A grande maioria salvava no próprio cartucho.
Na geração 128-bits, mais do mesmo. A XBox , graças ao disco duro, não precisava de cartão, mas as outras precisavam. Até era um bocado estranho jogar na XBox, sem nunca ter a preocupação de ter espaço no cartão, e na PS2 e na GameCube andar sempre a contar os blocos para ver lá cabe mais um save ou não.

Estranhamente, esta geração os papéis invertem-se... se formos pelo pack mais barato da XBox 360, temos que salvar num cartão de memória. E custam uma fortuna. Não percebo, foram pioneiros na criação de um sistema que já tivesse tudo (net , disco duro, 4 entradas para comando, playlists personalizadas), e nesta geração é uma consola comprada às "pinguinhas". É um disco, um adaptador Wi-Fi, um carregador de baterias, uma drive externa de HD-DVD, and so on ...

E viva a extorsão de clientes...

publicado por rariv às 21:23
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Domingo, 12 de Novembro de 2006

SEGA forever!!!

Ora bem, antes de começar a disparatar sobre as minhas ideias e teorias loucas, vou contar-vos a minha história como gamer. Era eu bem puto (2ª ou 3ª classe) quando tive a minha primeira consola, uma NES. Lembro-me bem do dia em que a comprei, principalmente porque me enganei na prateleira dos jogos, e já estava para comprar um jogo de SNES, mas a senhora responsável por aquela zona de jogos lá me corrigiu o erro, e acabei por escolher o Terminator 2 como primeiro jogo (obrigadinho Arnold). Claro que sendo eu puto, fã da saga Terminator, e sendo aquela a minha primeira consola, tudo era perfeito. Alguns tempos depois, comprei outro jogo, o Metroid. Eu não sabia o que estava a comprar, o que eu sabia é que o jogo era do outro mundo, com gráficos lindos, uma jogabilidade brutal, e um manual de instruções que contava uma história que apelava a qualquer miúdo da minha idade, mas acima de tudo... a imersão. O jogo era muito sólido, e sentia-se que era um produto bem especial, aliás, o jogo veio a tornar-se uma saga bastante carismática. No meio disto tudo, havia uma pedra no meu sapato, a SEGA, e tudo graças a um programa do canal 1 chamado Cybermaster. Naquela altura, esse programa publicitava de forma bastante eficaz a Mega Drive e a Sega Saturn, duas consolas que estavam (ainda) a dominar o mercado português, e o que mais me chateava é que eu não tinha uma. Mais uma vez, a infantilidade e ingenuidade levou-me a comprar uma Master System. Custava o mesmo que uma Mega Drive, mas trazia 3 jogos, e o que eu queria era jogar Sonic. A consola acabou por ser um polo de atracção ao mundo SEGA, e em menos de nada, eu era fã da SEGA, e queria acima de tudo ter uma Sega Saturn para jogar Daytona USA, Virtua Fighter, Panzer Dragoon, e outros clássicos. Claro que nesta altura havia um "programinha" na SIC que me ajudava a saber o que se passava no mundo dos jogos, visto que eu não comprava revistas nem tinha internet, o Templo dos Jogos. Eu adorava aquele programa, e será sempre uma boa recordação da minha infância. Era daqueles programas tipo Top Gear, que nos fazem sonhar.
Nessa altura, comecei a ouvir falar de um outro nome... uma tal de Playstation. Eu não fazia a mais pequena ideia do que era isso, mas parecia giro. Um dia o meu irmão chegou a casa de uma festa de aniversário, e disse-me que tinha estado a jogar numa Playstation, e que era muito fixe. Lá nos decidimos a comprar uma, e em menos de 2 semanas, o meu irmão estava a telefonar ao amigo dele para lhe trazer uns jogos, porque nós íamos comprar uma.
Ainda me lembro quando o Dinis (o amigo do meu irmão), entrou em minha casa com os jogos. Era um saco enorme cheio de jogos. Eu nunca tinha visto tanto jogo junto, e claro, comecei logo a ver os jogos enquanto eles iam comprar a consola. WipeOut , Ridge Racer , Road Rash , e tantos outros que eu fiquei estupefacto. Quando a consola chegou eu ia caindo para o lado com a beleza gráfica do WipeOut, a loucura do Road Rash, o terror do Overblood, ou a beleza do Overboard. "A caixinha de sonhos cinzenta", sem dúvida alguma. Um belo capítulo na minha vida de gamer que servirá de referência para futuras aquisições.
Nada é eterno, e eventualmente o meu amor pela PSX acabou ficar um pouco esquecido, cortesia do meu novo brinquedo: o PC. Claro que naquela altura o PC servia apenas para jogar. Eu sempre que podia estava enfiado no PC num belo do UT, ou noutra coisa qualquer. Apesar do PC nunca ter tido o impacto da PSX, foi um interveniente importante.
Nesta altura, e face aos avanços na informática, o meu PC estava obsoleto, e eu acabei por voltar à PSX, até ela avariar. Como estava sem consola, e as PSX estavam caras demais, comecei a ponderar algo novo, algo fresco... Houve um dia em que tive um claro ataque de inveja / ciúmes e acabei por comprar uma Dreamcast, e aquela sensação voltou. A consola já estava no mercado há algum tempo, aliás, a SEGA anunciou o "fim" da DC um ou dois meses depois de eu a comprar, mas mesmo assim... Aquele Shenmue colou-me ao ecrã por 3 dias sem pestanejar. Apenas parei para comer e dormir. O jogo, a consola, o comando... tudo era perfeito. A verdade é que foi uma pena a morte prematura da DC, pois a meu ver, foi e ainda é uma das maiores consolas de todos os tempos. Só de me lembrar do Soul Calibur, um jogo que é quase tão bom como o Soul Calibur 2 (em termos gráficos), e que corre em metade do hardware (DC = 1/2 PS2).
Depois disso veio a onda retro em que adquiri uma data de consolas antigas, e a onda actual, em que adquiri a PS2, XBox, Game Cube e DS. Por muito boas que estas consolas sejam, e por muitos bons jogos que tenham, não conseguem superar o espirito de uma PSX ou de uma Dreamcast. Claramente são consolas feitas sem espírito, sem alma, sem personalidade. É pena, mas tenho esperança que nesta nova geração venha a haver mais espírito, mais alma e mais gosto naquilo que se faz. Esqueçam o sistema Hollywoodesco de fazer dinheiro, e voltem às raizes que vos celebrizaram...

Depois desta história, fica a novidade... a SEGA está de volta!!!

Ainda ninguém percebeu bem esta história mas a SEGA, assim do nada, começou a vender Dreamcasts na sua loja online outra vez. Além disso, algumas editoras de jogos japonêsas começaram a lançar shooters para a consola, e ainda por cima, o IGN voltou a abrir a secção Dreamcast, mas desta vez com retroespectivas dos jogos e comparações com o que foi dito na data em que eles foram lançados. Será que a SEGA anda a preparar alguma? Será que isto servirá para reavivar o espirito dos jogadores? Será uma consola nova, ou a continuação de uma saga perdida (Shenmue?), ou será que é só para publicitar os novos jogos (VF5 e PSU)?
Seja o que for, ainda bem que está a acontecer. A Dreamcast é a melhor consola da SEGA , é uma das mais carismáticas entre os retrogamers, é a minha favorita, e merece ser lembrada por todos. Já sabem, se virem uma barata no miau, comprem. Uma consola, um VMU e o Shenmue 1 e 2. Acreditem, a experiência vale bem o custo.

publicado por rariv às 08:57
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Sexta-feira, 6 de Outubro de 2006

A revolta está de volta

Olhando em retrospectiva para os últimos 2 anos de televisão em Portugal, encontramos grandes êxitos de audiência como... err ... Quinta das Celebridades... Circo das Celebridades... Enfim, programas em que o José Castelo Branco, esse grande ícone nacional, figurava em todo o seu esplendor . Isso até seria bom se eu gostasse de ver travestis com ataques de histeria e com a mania que os genes dizem se somos "chiques" ou não.
No meio de tal panorama, tudo parecia muito mau, e a malta lá se dedicava a ver o Sr Bauer e outras séries da 2: para ocupar aquele tempinho no fim dos dias. Mas houve um dia que foi especial... Houve um dia em que o ecrã se encheu, literalmente, com um açoriano com uma bóina chamado: Bóinas (José Luís Borges para os incultos). Nascia assim a Revolta dos Pastéis de Nata, um dos melhores talk-shows dos últimos tempos. Basicamente é um Herman Sic com piada, e com inteligência.
Ontem foi outro dia especial porque começou a nova série da Revolta, o problema é que alguém teve e infelicidade de convidar o Corcunda de Notre Dame (João Soares), e o cientista louco do Futurama (João Braga), e uma ilustre desconhecida qualquer para falar desse feriado nacional, ou seja, uma bela seca. Para piorar as coisas, uma data de problemas técnicos, e alguma falta de originalidade dos sketches acabaram por deitar por terra um episódio de 2h que deveria ter sido brutal. Outro pormenor estranho é que chamaram uma menina toda jeitosa para servir cafés, o que faz lembrar muito uma atitude à lá Preço Certo... Gajas mamalhudas para vender o que, à partida, não é nada de especial.
Uma pena...
publicado por rariv às 19:43
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A mania dos Blogs...

Isto hoje em dia parece uma praga. Qualquer rapazóla, mesmo que não saiba escrever nada de jeito, cria um blog e desata a disparatar. Um desses casos mais recentes é o meu vizinho, amigo de infância, e espancador nas horas vagas: o Daniel (Gosma para os amigos que desejem levar um murro).
Este rapaz, conhecido por estar constantemente a dar murros nas rótulas dos joelhos dos seus supostos amigos, decidiu que estava na hora de desatar a dizer disparates. Criou um blog, e logo no sítio errado (no Blogspot), e desatou a meter para lá as suas teorias da conspiração.
Eu até gostava de lhe dizer que aquilo é uma bela duma patetice, mas tenho amor às rótulas dos meus joelhos :S

publicado por rariv às 19:37
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Quinta-feira, 7 de Setembro de 2006

Já tenho carro...

Fui agora buscar o meu carro... finalmente...
Da última vez que o carro levou rótulas novas, tive que pagar por elas que me lixei, e desta vez, disseram-me que eram de graça porque a Renault descobriu uma falha com as rótulas que equipam os Lagunas, e mandou trocar todas as que estiverem estragadas por um modelo novo... Então e os que pagaram por elas há 1 anos atrás como eu? E os que já trocaram mais do que 1 vez? Só agora é que mandaram recolher as rótulas? E quando pedi uns tapetes novos para o carro, ainda tive que chutar 10 euros por eles. Realmente... andamos a ser roubados por todos os lados...

Por falar em roubados... as minhas propinas aumentaram... outra vez. Agora estão nos belos 505€. Chulos!!! Ainda o Sócrates diz que quer mais Eng. Informáticos... Muitos deles nem terão dinheiro para acabar o curso... senão vejamos... É preciso as despesas base (alimentação, vestuário, transportes, propinas), é preciso pagar pelas fotocópias, pelos livros, por equipamento, etc. E no meio disto tudo, nunca sobra dinheiro para a borga... Que eu saiba, o ensino superior é para praxes, cerveja, noitadas, etc. Se eu quisesse estudar, tinha ido para o MIT, e não para o ISEC .

publicado por rariv às 15:59
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Quarta-feira, 6 de Setembro de 2006

Carro no mecânico... outra vez...

Quando eu recebi este carro, bem lá no fundo, eu sabia que acabaria por me dar problemas...
Eu não gostei nada do carro ao inicio, e demorei 1 ou 2 semanas a habituar-me a ele. Eventualmente, eu e o meu Renault Laguna estávamos em sintonia perfeita.
15000Km depois, pneus novos, e um injector qualquer do turbo... Perfeito, tinha o carro como novo, exceptuando o facto de ao fim de 7000Km ter os pneus todos desfeitos, e as pastilhas dos travões gastas, e os discos riscados. Nesse mesmo dia, descobri que as rótulas das suspensões estavam lixadas... e foi também por essa altura que o computador de bordo se começou a passar. Enfim...
Desta vez está enfiado no mecânico porque a pintura estava toda cheia de alcatrão, e riscada. Mandei polir o carro todo, e reparar alguns riscos mais fundos feitos pelos dentes do meu cão, e recolocar um sensor de estacionamento que se tinha descolado e que tinha caído para dentro do pára-choques. Fui lá hoje para o levar e... tem que lá ficar mais uns dias... as rótulas das suspensões estão outra vez estragadas, e o que me vale é que desta vez, a garantia cobre.
Eu gosto muito do meu Laguna. É giro, é inteligente, tem estilo, é espaçoso, conduz-se bem nas cidades, e é bastante económico, mas deve ser o carro menos fiável que alguma esteve na minha família.
A única coisa boa é que mesmo estando avariado, ele passa na inspecção... pelo menos aconteceu isso da última vez que lá foi. Rótulas e travões estragados, e mesmo assim, passou!!!

publicado por rariv às 20:01
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It has begun...

lol

Bem, pensei em usar este blog para muitas coisas, mas entre elas, meter as minhas reviews, colocar as minhas opiniões, e partilhar um pouco mais de mim. Não é que interesse a muita gente, mas prontos...

publicado por rariv às 19:49
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